terça-feira, 22 de abril de 2008

Dieta das Calorias Negativas

E aqui está mais uma dieta daquelas que nós, enquanto futuros nutricionistas, gostamos de ter conhecimento, para saber até que ponto a necessidade de emagrecer leva à "invenção" de certas dietas que são, no mínimo...ridículas!!!

Esta dieta parte do princípio que alguns alimentos proporcionam menos calorias do que é gasto para digerí-las, ou seja, esses alimentos possuem calorias, porém seu efeito calórico é negativo.

Apesar de a existência de alimentos que possuem esse efeito calórico negativo não estar comprovada, a dieta das calorias negativas ganhou alguma popularidade.

No entanto, os "entendidos" nesta matéria de dietas esquesitas, surgiram com uma data de frutos e legumes que poderam ter o tal efeito desejado...

Vegetais com possível efeito calórico negativo
- espargo
- brócolos
- cenoura
- couve-flor
- repolho
- alface
- cebola
- espinafre
- nabo
- pepino
- pimento vermelha
- abobrinha
- chicória
- salsão
- berinjela

Frutas com possível efeito calórico negativo
- grapefruit
- limão
- goiaba
- mamão papaia
- pêssego
- melão
-morango
-tangerina
-melancia
-cassis
-framboesa
-amora preta
-ameixa

Agora, fica ao vosso critério avaliar mais esta dieta...ou melhor dizendo, esta suposta dieta!!!

Dieta da Lua


Ora aqui está uma das dietas mais estranhas que já vimos até hoje...


A dieta da Lua parte do princípio que assim como a Lua influencia as marés, também é capaz de influenciar os líquidos do nosso corpo.


Nesta dieta, a cada mudança de fase da Lua, a pessoa limita-se a consumir apenas sumos, sopas ou outros líquidos, durante 24 horas.


De acordo com esta dieta, pode-se emagrecer até 4kg por mês, dado que ocorrem 4 mudanças das fases lunares num mês.

Será esta dieta mesmo da Lua ou apenas para lunáticos?!

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Perder Peso a Dormir!!

O sono é um dos fatores mais importantes de nossa vida, bem como a alimentação, a actividade física ou a ingestão de água.


De entre as funções do sono destacam-se a regeneração dos processos bioquímicos do organismo, conservação da energia corporal, estimulação do crescimento cerebral, eliminação de memórias indesejáveis ou consolidação da memória.
A necessidade diária de sono para o adulto é uma média de oito horas e de preferência à noite.
Quem dorme pouco, ou seja, menos que oito horas por dia estará mais propenso a um menor vigor físico, ao maior envelhecimento precoce, mais sujeito a infecções, obesidade, hipertensão arterial, diabetes, alterações de humor, diminuição de criatividade, de atenção, da memória e do próprio equilíbrio corporal.

De acordo com alguns estudos, a falta de sono leva à intensa necessidade de ingestão de açúcares, incapacidade de se sentir satisfeito depois de comer uma refeição abundante, consumo compulsivo e excessivo de comida, diminuição do tecido muscular magro, redução da capacidade de obter energia dos hidratos de carbono e decréscimo da atividade física.

A falta de sono leva ao acumular de cansaço na pessoa e, consequentemente, à redução da actividade física, queimando menos calorias, reduzindo o seu metabolismo e levando, finalmente, ao aumento de peso.

Hortelã

Todas as hortelãs têm nas suas folhas vitaminas A,B e C, sais minerais (cálcio, fósforo, ferro e potássio) e exercem uma acção tonificante e estimulante sobre o aparelho digestivo, além de propriedades antisépticas e ligeiramente anestésicas. As suas folhas são boas para dores de cabeça e picadas de insectos.


Esta planta tem propriedades calmantes e é ligeiramente vermifugo, sendo também o seu chá bom para gripes e constipações.

Combate, ainda, cólicas e gases, e leva ao aumento da produção e circulação da bílis.

Qual a minha Massa Óssea?


Medição da Massa Óssea


A caracterização ultrasonográfica do osso dá-nos uma indicação da sua densidade, sendo possível diagnostar eventuais perdas de massa óssea.

A perda de massa óssea ocorre em duas fases:
  • Osteopenia - Diminuição da densidade mineral dos ossos, que antecede a osteoporose.
  • Osteoporose - A quantidade de massa óssea diminui substancialmente e os ossos tornam-se ocos, finos e muito frágeis, mais sujeitos a fracturas.

Embora a osteoporose faça parte do processo normal de envelhecimento, o seu desenvolvimento pode ser retardado através de uma boa alimentação e uma vida físicamente activa. A doença é mais comum nas mulheres do que nos homens e progride sem se sentir; muitas vezes só se dá conta quando ocorre uma fractura.

O risco de desenvolver osteoporose é influenciado por factores não modificáveis, como o sexo e factores genéticos, e outros passíveis de modificação como o estilo de vida - alimentação, actividade física e hábitos alimentares tabágicos, bem como factores hormonais.

Densidade mineral óssea estimada medida no calcaneo (T-Score)
Adulto jovem

T-Score

Menor que -2,5 = osteoporose

-1 a -2,5 = osteopenia

Maior que -1 = normal

Nota: a informação dada por este aparelho deverá ser interpertada por profissionais de saúde que a saberão valorizar adequadamente.

Fonte: FCNAUP (Organização Mundial de Saúde, 1994)

quinta-feira, 10 de abril de 2008

"Tudo vale a pena quando a alma não é pequena"

FCNAUP a mais eficiente segundo estudo do ISEG

A Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto obteve o primeiro lugar no ranking das Universidades públicas portuguesas segundo um estudo realizado por dois economistas do ISEG

II Estudo publicado pelo ISEG analisa a eficiência das universidades públicas Universidades públicas desperdiçam 66% dos recursos usados

As universidades públicas portuguesas desperdiçam 66% dos recursos, segundo o ISEG. A Universidade do Minho é a mais ineficiente. No ponto oposto está a faculdade de Ciências de Nutrição da Universidade do Porto. As universidades públicas portuguesas desperdiçam em média cerca de 66% dos recursos utilizados, calcula um estudo realizado por dois economistas do ISEG. O trabalho, intitulado "Public Tertiary Education Expenditure in Portugal: a non-Parametric Efficiency Analysis", verifica para 45 universidades, faculdades e institutos quais os recursos (número de professores e despesa) que são necessários para atingir um determinado resultado (número de alunos inscritos). As universidades mais eficientes servem como pontos de referência para verificar qual o desperdício de verbas que todas as outras podem estar a incorrer com a sua actividade.
Na análise feita em conjunto de todas as universidades, faculdades e institutos, os autores chegam à conclusão que "em média, as entidades que constituem a amostra poderiam ser capazes de atingir o mesmo nível de resultados (número de alunos) usando apenas 34% dos recursos que estão a utilizar". Isto quer dizer que, afirma o estudo, "parece haver um desperdício dos recursos usados de cerca de 66% em média".
Os autores fazem a mesma análise incluindo nos resultados os alunos inscritos em pós-graduações e os resultados são semelhantes.
Para fazer face ao facto de algumas universidades não disponibilizarem dados desagregados por faculdade, os autores procederam também à análise em exclusivo das faculdades e institutos. Os resultados obtidos não diferem muito dos anteriores. Neste caso, face às entidades situadas na fronteira eficiente, em média verifica-se que seria possível atingir os mesmos resultados usando apenas 37,4% dos recursos.
Por fim, o estudo procura levar em conta as eventuais diferenças de resultados entre tipos de cursos. Separa, por isso, as faculdades de medicina dos outros e estas, comparadas entre si, registam um valor médio de eficiência mais alto, embora se conclua que se poderiam obter os mesmos resultados com 58,7% dos recursos.
Os autores fazem questão de salientar no próprio estudo os cuidados que é preciso ter na interpretação dos resultados, salientando o facto de "apenas se medir a eficiência usando o número de estudantes como produção final". Mas evitar este problema "implicaria usar variáveis qualitativas tais como as notas médias por faculdade" e "infelizmente estes dados não estão disponíveis".

Ranking das universidades

As 5 mais eficientes

1º - Universidade do Porto - Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação
2º - Universidade Técnica de Lisboa - Faculdade de Medicina Veterinária
3º - Universidade Técnica de Lisboa - Faculdade de Motricidade Humana
4º - Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa
5º - Universidade do Porto - Faculdade de Medicina Dentária

As 5 menos eficientes

1º - Universidade do Minho
2º - Universidade de Aveiro
3º - Universidade Técnica de Lisboa - Instituto Superior Técnico
4º - Universidade de Évora
5º - Universidade de Coimbra - Faculdade de Ciências e Tecnologia

Fonte: www.apn.org.pt (Jornal de Negócios. 2004-10-01)

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Ser ou não ser... eis a questão!

Porque é que estas imagens é que são consideradas sinónimo de beleza?!

Será que são estas imagens que nos fazem buscar, muitas vezes de uma forma incansável, o tal corpo perfeito? Mas, afinal, o que é o corpo perfeito?

Na nossa opinião, o corpo perfeito é aquele com o qual nós nos sentimos bem!! Não importa se temos umas gordurinhas a mais ou uns centímetros a menos... o que importa é que não tenhamos vergonha daquilo que somos, porque afinal ninguém é perfeito!!